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"Para que viver? Tudo � v�o! Viver... � trilhar palha; viver... � queimar-se sem chegar a se aquecer" - F. Nietzsche, Assim Falou Zaratrusta .
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09/02/2004 14:36
Rafa em Hollywood:
O anti-americanismo anda mesmo na moda. Qualquer lugar que se olhe, há uma penca de neguinho gritando contra o Bush, contra os falcões da Casa Branca e contra as barreiras protecionistas americanas. Até aí tudo certo. O problema é que essa raivinha se estende a outras áreas, com o entretenimento das massas, mais especificamente, o cinema.
Essas linhas foram escritas baseadas em um dos maiores épicos que o cinemão americano criou nos últimos tempos, o já crássico (sic) Bad Boys II.
Depois da seção deste filme que rolou ontem a noite lá em casa, e depois dos comentários pós-exibição da galera que assistiu, cheguei a conclusão de que o nível de respeito pela inteligência humana nunca foi tão baixo em Hollywood. E conclui também que a galera anda generalizando as coisas.
Bad Boys é um lixo? É? É pretensioso? Porra, um filme de ação sem cérebro, protagonizado por Will Smith e Martin Lawrence que dura 147 minutos não é pretensioso? Por enquanto eu concordo. Mas dizer que nos EUA hoje só se produz lixo cinematográfico é no mínimo ingenuidade.
Vejamos os filmes concorrentes ao Oscar deste ano: tudo bem, há filmes com uma estrutura clássica e roteiros batidos, como Seabiscuit e Mestre dos Mares, mas há tb Lord of the Rings com grandes chances, o filme da filha do Copolla nas cabeças e o maravilhoso Sobre Meninos e Lobos, com meu ídolo Sean Penn. Pra não falar que no ano que foi embora teve X2, Procurando Nemo e Piratas do Caribe entre os blockbusters.
Ou seja: há vida inteligente no cinema americano. Quem busca qualidade não precisa dizer que vai ao Espaço Unibanco pra ver as últimas produções iranianas ou chinesas. Há diretores excelentes da nova geração made in USA: David Fincher, P. T. Anderson, Sofia Copolla, Doug Liman, pra não falar do neozelandês Peter Jackson e nos "queimados" Irmãos Wachowski, que exageraram a dose em Reloaded e Revolutions, mas mataram a pau no primeiro Matrix.
Resumindo: pra que tanto preconceito? A gringolândia também tem coisa legal.
Deixa eu ir embora, pq a chefe me pegou no pulo.
Abrasso
PS: Peter Jackson, Sofia Copolla e Clint Eastwood que me perdoem, mas o Meirelles é quem devia levar o carequinha.
enviada por Millie Vanillie
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